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Abstract

Objetivou-se, nesta pesquisa, analisar a importância das convenções e do capital social no desenvolvimento da agricultura familiar, especificamente no estado de Mato Grosso do Sul. Para tanto, selecionou-se uma amostra formada por sete assentamentos rurais, uma gleba agrária e uma colônia de produtores orgânicos, compondo um estudo de casos múltiplos. Os resultados evidenciaram que existe um baixo padrão de desenvolvimento econômico e social em parte dos assentamentos rurais localizados nesse estado. Entretanto, verificou-se que a Gleba Santa Terezinha – considerada aqui como um caso de sucesso para a agricultura de base familiar – possui uma realidade distinta dos assentamentos, ou seja, os produtores não estão endividados, contam com uma infraestrutura produtiva, operante e rentável, capaz de gerar renda suficiente para satisfazer suas necessidades e permitir um bom padrão de vida. Nessa direção, usou-se a comparação entre os casos para entender como e por que as convenções e o capital social são importantes para o desenvolvimento efetivo da agricultura familiar. Como conclusão, este artigo propõe um modelo conceitual-empírico que incide em um conjunto de relações econômicas e sociais essenciais para a inserção sustentável dos agricultores familiares nos mercados locais e na sociedade com um todo.

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