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Este estudo busca tecer avaliações sobre as causas do não associativismo entre agricultores familiares do município de Nova Palma, RS, Brasil. Inicialmente trabalhou-se com informantes qualificados a fim de construir as afirmações necessárias para a condução da metodologia. De posse das afirmações aplicou-se estas a 32 agricultores familiares de diferentes comunidades de Nova Palma, a fim de buscar a subjetividade dos mesmos. Com os resultados em mãos partiu-se para a análise, contando com o auxílio de um programa estatístico denominado PCQ. Os resultados obtidos apontam a existência de três tipologias de agricultores : favoráveis ao associativismo; não favoráveis ao associativismo; independentes. Baseado nestas tipologias e seus fatores, percebe-se que os agricultores estudados não se associam por: a) características das pessoas (o individualismo; as pessoas que não se adaptam a esta modalidade de trabalho) e b) características das associações (as associações não possuem objetivos claros). Desta forma, procurou-se tecer algumas estratégias de extensão a fim de superar estas causas do não associativismo. Em essência as associações devem possuir objetivos claros, principalmente no que se refere a aspectos econômico, e demonstrar aos agricultores que é necessário trabalharem juntos para alcançar esses objetivos. Evidenciou-se ainda a necessidade das associações interagirem mais com a cooperativa local e com outras entidades de apoio.

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