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Abstract

Desde o final dos anos 1980 a natureza o desenvolvimento da agricultura brasileira tem sido objeto de um crescente debate. Constata-se que o processo histórico de modernização da agricultura não foi capaz de impulsionar o desenvolvimento rural e cuja conseqüência indesejável foi o elevado nível de exclusão social e, em muitos casos, a degradação ambiental. A homogeneização do padrão tecnológico que vem caracterizando o modelo da grande agroindústria cria, crescentemente, fortes barreiras à entrada e a inserção ao mercado da maioria dos agricultores familiares. Em contraposição a esse a esse modelo diversos autores têm elaborado perspectivas teórica e formulado propostas de políticas públicas voltadas ao fortalecimento da agricultura familiar como indutora do desenvolvimento rural. Este artigo tem o objetivo de discutir e analisar a perspectiva teórica e as proposições de políticas públicas que permitam a agricultura familiar desenvolver iniciativas autônomas de verticalização da produção (mercados de nicho, produtos orgânicos e agroecológicos, artesanais e que apresentem atributos diferenciados de qualidades, etc.) e de estabelecer novas formas organizacionais de relacionamento e inserção ao mercado.

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