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Abstract

Esse artigo aborda o pensamento econômico das escolas fisiocrática e clássica tangentes à agricultura e os reflexos dessas idéias na modulação dos instrumentos de política agrícola praticados na contemporaneidade. Para tanto, avoca o desafio, pelo método descritivo, de permitir-se uma análise hermenêutica dos excertos cujo bojo ainda se mantém como fundamentador teórico e justificador das medidas adotadas na atualidade. Resgatam-se os escritos de François Quesnay, Adam Smith, Thomas Robert Malthus e David Ricardo. Pelo método histórico tem-se a reconstrução sinóptica dos principais eventos cuja combinação ensejou a conjuntura contemporânea que, por sua vez, exigiu ou indicou a adoção das ferramentas de ingerência do custeio agrícola por parte do Estado. De posse desse conhecimento, discute-se os delineamentos promovidos por essa ideologia na evolução do Sistema Nacional de Crédito Rural (SNCR), acompanhados, óbvio, pelo contexto históricoeconômico vigente.

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